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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Convite: apresentação do livro "Receitas de Copa e Cozinha" em Vila de Rei

Durante a Feira dos Enchidos, Queijo e Mel, em Vila de Rei, farei na Biblioteca local, dia 31 de Julho, às 21 horas,  uma apresentação do livro "Receitas de Copa e Cozinha" e uma pequena exposição com objectos antigos de cozinha, em especial ligados à doçaria. 

Aqui fica o convite e os pormenores.



sexta-feira, 27 de março de 2026

Livro "Casa de Bertiandos. Receitas de copa e cozinha"

 

Aguarela de Alberto de Souza

No meu último livro acerca da Casa de Bertiandos, feito em parceria com a minha amiga Sandra Fernandes Morais incluímos várias imagens da mesma, com representações do século XIX. Na altura socorremo-nos de postais ilustrados existentes no Arquivo de Ponte de Lima, que gentilmente nos cederam as imagens.

Acontece que na minha última visita a Coimbra tive a possibilidade de adquirir vários postais de Ponte de Lima, da mesma época, entre os quais se encontravam duas visões da fachada da casa, uma delas com a centenária araucária e outra com duas figuras humanas, um trabalhador da casa e provavelmente um dos habitantes da mesma.


Há cerca de uma semana um amigo meu arranjou-me um a outra visão dessa fachada, reprodução de uma aguarela colorida, da autoria de Alberto de Sousa e datada de 1935. Frente à escadaria principal pode ver-se a presença de uma jovem camponesa, descalça.

Uma beleza que vem completar a pesquisa para o livro, mas que infelizmente já não chegou a tempo de o integrar. Uma obra, por mais completa que seja, nunca fica acabada!

 

 

 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Convite "Vestir a Mesa" . Apresentação em Coimbra

 

Aqui fica o convite para a apresentação do livro em Coimbra, no próximo sábado.

Abaixo o programa geral, para poderem escolher.



terça-feira, 18 de novembro de 2025

Lembrete. Lançamento no dia 22 de Novembro



Só para lembrar que faltam poucos dias para o  lançamento do meu livro com a Sandra Fernandes Morais. Será no próximo sábado, às 15 horas,  em Campo de Ourique, na actual Biblioteca no antigo Cinema Europa.

 O livro está lindíssimo, sóbrio e surpreendente. Sobre o conteúdo não posso avaliar, porque sou suspeitíssima.

Aqui fica a capa, brilhante, com letras em relevo. O livro não estará à venda nas livrarias habituais (excepto  online na Wook e na  Vida Portugueza) pelo que deverão ser contactadas as autoras e editoras.

Ficamos a aguardar o vosso apoio. Lá os esperamos.


domingo, 9 de novembro de 2025

Convite. Reserve a tarde de dia 22 de Novembro

 

O lançamento terá lugar às 15 horas de um sábado, depois de almoço. É, também, para muitos, um regresso a Campo de Ourique e ao antigo Cinema Europa. E é sempre uma boa ocasião para reencontrar amigos que não vemos há muito.

Esperamos que apareçam!.

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

O Mundo do Vinho em Coimbra. Convite

 

No dia 24 de Outubro vou estar em Coimbra, para falar sobre o livro Rafael de Faca e Garfo.

Está integrado no programa deste evento e, no dia seguinte, haverá também uma intervenção sobre Rafael Bordalo Pinheiro a cargo  da Rita Nobre de Carvalho e um jantar temático com referência a este genial artista. Se puderem não faltem!



terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Encontro no Café Martinho

 

O Café Martinho foi um dos locais frequentado por Rafael Bordalo Pinheiro, tal como descrevi no meu último livro Rafael de Faca e Garfo.[1] Era um local famoso onde se podiam encontrar várias figuras importantes da época, como Almeida Garrett, Bulhão Pato, Júlio de Castilho, Camilo Castelo Branco, Júlio César Machado, Guerra Junqueiro entre outros. Até Eça de Queirós, no livro A Relíquia nos relatou a sua importância.

A mesma ideia transmitiu também Rafael Bordalo Pinheiro, ao publicar em A Paródia de 5 Fevereiro de 1902 uma imagem de “Os três parlamentos” que eram, nem mais nem menos que São Bento, São Carlos e o São Martinho, numa referência humorística à influência das pessoas que se cruzavam nesses espaços.

Este café devia o nome ao facto de ter sido fundado por Martinho Bartolomeu Rodrigues, em 1846. Era considerado o mais importante café de Lisboa, situando-se no actual Largo D. João da Câmara (antigo Largo Camões). Inicialmente tinha uma grande sala com arcos, sendo as colunas revestidas com espelhos de Veneza.

Era conhecido pelas torradinhas feitas com pão de Meleças, o chá verde com limão e a neve. Bulhão Pato nas suas Memórias conta-nos que “as senhoras atravessavam até à sala interior, para tomarem neve n’uma estufa!».

Esta neve era proveniente de um depósito que o proprietário possuía, uma vez que era contratador oficial de fornecimento de gelo, pelo menos desde 1829. Fornecia também um outro local de comércio do mesmo proprietário, o Café da Arcada. Mais tarde, mudaria o seu nome ficando conhecido pelo actual “Martinho da Arcada”, situado numa esquina da Praça do Comércio.

Em 1905 entrou em obras o que gerou controvérsia e críticas. Mas apesar disso as imagens de 1910 mostram a sua beleza, ao gosto Art Nouveau.

Arquivo fotográfico da CML: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/LSM/000820

Esta peça, que tive a sorte de adquirir há poucos dias, será da fase anterior ao período das obras. Trata-se de uma fruteira de pé, em porcelana branca com o nome deste café na taça e na base, onde se pode ler “Martinho” em dourado. 

A marca na base Limoges. WG & Co, indica-nos que foi feita em França por Wilhelm Guérin (1838-1912), natural de uma local perto de Limoges, que começou por alugar uma oficina, em 1836, em Limoges, onde produzia peças para exportação.

Marcas na base
Por volta de 1872, Guérin assumiu a direcção da oficina de porcelana de Lebron & Cie e, em 1877, comprou uma outra fábrica de porcelana na Rue du Petit-Tour, igualmente em Limoges. A fábrica desenvolveu-se e, em 1903, os dois filhos de Guérin, William e André, entraram empresa, de onde provém o “Co” da marca. Em 1911 esta empresa fundiu-se com a fábrica Pouyat, e tornou-se na Guérin & Cie.

Assim sendo, e para abreviar a história, podemos concluir que esta peça faria parte do serviço em utilização no Café Martinho, tendo sido adquirida antes das obras. Segundo um pormenor da fotografia existente no Arquivo fotográfico após a remodelação um serviço idêntico continuava  a ser usado, na sala de jantar. 

Pormenor da fotografia com um prato com cartela idêntica

Pode ver-se um prato sobre a mesa em porcelana branca como o desenho e a palavra Martinho, idêntica à da fruteira aqui mostrada.  Felizmente esta escapou e foi parar a boas mãos.



[1] Museu Bordalo Pinheiro. EGEAC. 2024: 17-21.

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

Um trio bordaliano

 


Durante a apresentação do livro “Rafael de faca e Garfo”, no Museu Rafael Bordalo Pinheiro, a minha amiga Rosário Félix, aproveitou para desenhar o que via.

Nós ouvimos e vemos, mas não fixamos as imagens. A Rosário, que faz parte dos Urban Sketchers, e que, a meu pedido, ilustrou a capa e o interior do livro“ Do Comer e do Falar…” um dicionário gastronómico, está sempre  a desenhar o que lhe passa em frente dos olhos.

E aqui estamos os três, a Isabel Fernandes, que apresentou o livro, o João Alpuim, director do Museu e eu, de acordo com a sua visão.

Uma maneira de recordar o dia, diferente das fotografias.

segunda-feira, 7 de outubro de 2024

Um lembrete e uma coincidência

 

O lembrete é evidentemente para recordar o lançamento do livro Rafael de Faca e Garfo, no Museu Rafael Bordalo Pinheiro, no dia 12 de Outubro, sábado às 15,30 m. Aproveite, visita o Museu e assiste ao lançamento. Dois em um.

Pag. 95 do livro

A coincidência está bem visível nas imagens apresentadas.

Pág. 96 do livro
Nas páginas 95 e 96 é reproduzido parte do serviço “Varina e Torre de Belém”, pertença do Museu Bordalo Pinheiro, e que foi feito em várias cores.

Pois bem, esta semana entrou cá em casa um prato em preto, precisamente deste modelo. Há pessoas com sorte! Eu sou uma delas.

Marca incisa e pintada


terça-feira, 1 de outubro de 2024

Lançamento do livro Rafael de Faca e Garfo

 

Tenho o prazer de anunciar o lançamento do meu novo livro “Rafael de Faca e Garfo” que terá lugar no dia 12 de Outubro no Museu Bordalo Pinheiro em Lisboa, às 15,30 horas.

Sobre o mesmo remeto para as informações já disponíveis no site do Museu, em 

 https://museubordalopinheiro.pt/atividade/lancamento-do-livro-rafael-de-faca-e-garfo/

Estão todos convidados. Apareçam! 


quinta-feira, 12 de setembro de 2024

Convite: Lançamento de livro na Covilhã

 

Durante o Festival da Cherovia, de que sou confrade, irei apresentar o livro “Receitas particulares e Curiosas”, baseado em dois manuscritos de receitas, do século XIX, da região Norte.

Ao mesmo tempo farei uma pequena exposição de objectos relacionados com a cozinha e a mesa, que fazem parte do meu espólio e do sonho de um dia fazer um Museu. Apareçam!

sexta-feira, 3 de maio de 2024

Uma ementa, um livro de curso e uma homenagem (Não precisamente por esta ordem)

  

Foi um acaso descobrir este livro de Curso dos Quintanistas de Medicina de 1938-9. Estes livros de final de curso, sobretudo de Medicina e de Direito, foram muito frequentes na primeira metade do século XX, em especial entre 1920 e 1960.

Neles surgia uma biografia humorística e um desenho de cada aluno, feitos por artistas ou colegas mais ou menos talentoso. Em poucas linhas desenhava-se uma imagem do caricaturado, com as suas características de então e o que se esperava que fossem no futuro. Na grande maioria são desinteressantes e não conhecendo os visados despertam-nos ainda menos a curiosidade.

Neste volume, em concreto, descobri o meu grande mestre e Director de Serviço, com quem aprendi Hematologia e me ensinou a ser uma médica responsável. Trata-se do Dr. Renato Valadas Preto que, juntamente com o Prof. Ducla Soares foram os fundadores da Hematologia em Portugal.

A sua figura de pequena dimensão contrastava com a sua enorme inteligência. Tive sempre um fraquinho por pessoas inteligentes, o que reconheço ser uma injustiça porque não corresponde a um esforço da pessoa. Nasce-se inteligente e depois pode desenvolver-se a mesma ou aplicá-la a fins mais ou menos elaborados. Mas a genética é fundamental. No caso do Dr. Valadas Preto que, normalmente era calado, mas atento, arguto e irónico, as palavras tinham um peso tremendo. Ouvir as suas afirmações era como acompanhar uma engrenagem mental a trabalhar de onde saía uma conclusão brilhante. Nunca conheci ninguém assim até hoje, apesar de ter o prazer de conviver e de me cruzar com pessoas com inteligência acima da média.

Recordo ainda alguma das suas frases sublimes, uma das quais me vem muitas vezes ao espírito, quando alguém faz uma observação inadequada. De forma sóbria dizia: “Não vem a propósito, nem é brilhante”. Terminava, naquele momento, a conversa de ocasião.


Dentro do livro encontra-se também o programa da récita e, imaginem, a ementa dos 25 anos de curso, em 1964. Vale a pena analisar as personagens e os pormenores.




segunda-feira, 1 de abril de 2024

Convite: Apresentação do livro "Receitas Particulares e Curiosas no MNMC

É já na próxima 5ª feira a apresentação do livro "Receitas particulares e Curiosas" da família Coelho Villasboas , baseado em manuscritos culinários dos descendentes da família.  

Trata-se de registos da primeira metade do século XIX da região Norte, onde a família viveu e que inclui as cidades do Porto, Vila Nova de Gaia, Viana do Castelo e Ponte de  Lima.

Para quem puder e quiser ir, lá os aguardo.


sábado, 30 de março de 2024

Luís de Sttau Monteiro nos "Sabores da Escrita", em Coimbra

 

Para comemorar o 25 de Abril, num jantar como as características dos “Sabores da Escrita” quem melhor do que relembrar a figura de Luís de Sttau Monteiro.

Aliando as características de um gastrónomo às de um defensor da liberdade da escrita, farei uma pequena apresentação da sua actividade, na Escola Hoteleira em Coimbra.

Apoiando-me no texto do meu livro Luís de Sttau Monteiro Gastrónomo, farei uma curta apresentação sobre este tema. Segue-se um jantar com receitas de Sttau Monteiro, adaptadas aos dias de hoje, que promete boas surpresas.

Aqui fica o convite e a ementa. Apareçam.

quarta-feira, 20 de março de 2024

Apresentação em Coimbra

 Para quem vive na zona e se interesse por este tema, fica um aviso prévio da apresentação do livro "Receitas particulares e Curiosas".



sábado, 17 de fevereiro de 2024

Convite: apresentação do livro “Receitas particulares e curiosas” em Guimarães

  

Para quem tiver disponibilidade e esteja por perto aqui fica o convite para passar um agradável dia em Guimarães, a ver e a falar de flores e frutos outrora exóticos, e hoje tão abundantes na região. Pelo meio, vou apresentar o meu último livro incidindo na análise dos citrinos aí referidos. Apareçam!

CONVITE

Por vezes, os Deuses ajudam e tornam possível congregar, num único sábado, dia 24 de Fevereiro, actividades relacionadas com flores e frutos, num Paço dos Duques rodeado de 39 hectares de zona verde!

 

SÁBADO, DIA 24 DE FEVEREIRO, PAÇO DOS DUQUES

 

Horário

Evento

10h00-18h00

Exposição de camélias de Guimarães, no pátio do Paço dos Duque.

Organizado pela Câmara Municipal de Guimarães.

11h00

Apresentação do livro «Receitas particulares e curiosas: Manuscritos do século XIX

da família Coelho Villasboas», de Ana Marques Pereira e Álvaro Teixeira de Queiroz

15h00

Assinatura de protocolo de depósito da palmilha do sapato de D. Constança de

Noronha (séc. XV) entre a Venerável Ordem Terceira de S. Francisco de Guimarães e

 a Museus e Monumentos de Portugal E.P.E.

16h00

Lançamento do livro «A flora nas coleções do Paço dos Duques de Bragança»,

de Sasha Lima, editado pela Associação de Amigos do Paço dos Duques de Bragança e

 Castelo de Guimarães.

17h30

Inauguração da exposição de arte contemporânea «Impressions of camellia and lemon

/ Impressões de camélia e limão», de Isabel Pavão

18h30

Lançamento do catálogo da exposição «Impressions of camellia and lemon /

Impressões de camélia e limão», de Isabel Pavão

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

O gosto pelos citrinos

  

Os sabores agridoces tornaram-se o símbolo da cozinha aristocrática medieval, presentes nas principais obras de culinária da época.

Os molhos eram preparados com um líquido de sabor ácido (vinagre, agraço, vinho, etc.) aos quais se adicionavam elementos aromáticos, “gengibre, canela, cravo-de-cabeça, pimentão, macis, açafrão, noz-moscada, plantas aromáticas, e açúcar ou mel, considerados na época como especiarias”.

Frontispício do livro Hesperides, 1780
A partir do século XIV o limão, surgindo timidamente, tornou-se num alimento requintado. Estava já presente no 1º tratado de culinária francesa, Le Viandier, de Guillaume Tirel, conhecido como Taillevent (1310-1395).
Le Viandier. Taillevent

Os Medici tiveram uma verdadeira paixão pelos limões que começou no início do século XV com Cosimo de Medici que plantou citrinos em grandes vasos e continuou com Francesco I de Medici (1541 – 1587). Na sua Villa, perto de Florença, criou uma limonaia, isto é, uma estufa com citrinos.

Bartolomeo Bimbi. Citrinos dos Medici.
O seu descendente Grande Duque Cosimo III (1642 – 1725), ampliou a colecção, tendo chegado a cultivar 116 variedades de critrus no seu jardim. Esta diversidade foi documentada por Bartolomeo Bimbi que as pintou.

Hesperides. 1708. Laranja de Portugal
Este culto pelos citrinos, em especial o limão e as suas variants, mostrou-se nos séculos seguintes com uma culinária em que se mantinha o recurso aos ingredientes ácidos, embora numa proporção menor. São então mais variados do que na Idade Média, visto que o sumo de laranja amarga, e mais ainda o sumo de limão, se vieram juntar ao vinho branco, ao vinagre e ao agraço, na confecção dos molhos.

Jean Davidsz  de Heem, séc. XVII
Sendo um produto de luxo e o seu aparecimento nos países frios do norte da Europa, foi um triunfo da ciência e da botânica. Em consequência multiplicaram-se as pinturas de naturezas mortas em que o limão marcava presença no século XVII, sobretudo nos países baixos. É que a presença de limão à mesa era sinal de abastança.


Hesperides, 1708. Limão de Portugal
Mas se a beleza das múltiplas pinturas é mais conhecida, que dizer dos primeiros livros sobre citrinos. Refiro-me à obra do botânico Johann Christoph Volkamer (1644-1720), publicada em 1708 e com o título impressionantemente extenso As Hespérides de Nuremberg, ou: uma descrição detalhada dos frutos nobres da cidra, do limão e da laranja amarga; como estes podem ser correctamente plantados, cuidados e propagados naquela e nas regiões vizinhas. Nele podemos encontrar imagens de o Limão e da Laranja de Portugal.

Frontispício do livro de Ferrari, 1646

 A sua estética com laços coloridos onde se podiam ler os nomes dos locais de origem dos citrinos foi influenciada por um livro anterior de Giovanni Baptista Ferrari publicado em 1646 e igualmente chamado Hesperides sive de Malorum Aureorum Cultura et Usu Libri Quatuor. Falando sobre citrinos defendeu o uso de orangeries, para protecção dos frutos nas zonas frias, tal como nas zonas mais quentes. 

Estufa. Livro de Ferrari, 1646.

Na  realidade estas estufas serviam de abrigo às várias árvores citricas que, colocadas em grandes vasos, entravam e saíam de acordo com as estações, como ainda hoje acontece nalguns palácios históricos.

Aqui ficam as belas imagens e voltarei ao tema para explicar porque o escolhi.