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domingo, 4 de fevereiro de 2024

Revista Scaena. “À mesa no Teatro Romano”


 Com este título “À mesa no Teatro Romano”, em 2021 e 2022, teve lugar um ciclo de palestras no Museu do Teatro Romano, em Lisboa. Com um leque grande de palestrantes e uma temática variada, em plena pandemia, as pessoas assistiram às conferências por via zoom ou pessoalmente.

Foi uma aposta conseguida que teve grande sucesso e culminou agora na apresentação da revista Scaena Nº V, dedicada a este tema.

Tive o prazer de participar e mostro aqui um bocado do texto sobre “A encenação da Mesa”.

Como poderão ver pelo Índice, a revista, que tem uma apresentação gráfica belíssima, vale mesmo a pena. Merece a divulgação.

 

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Conferência: “A encenação da mesa” no Museu da Graciosa

 

No próximo dia 13 de Novembro vou fazer uma conferência no Museu da Graciosa, em Santa Cruz, nos Açores, que tem sempre uma actividade cultural intensa.

Para quem conhece várias ilhas dos Açores como eu, mas nunca visitou a Graciosa, devo dizer que pertence ao grupo central e que fica mesmo numa pontinha.

Para explicar melhor mostro aqui as ilhas dos Açores, bordadas num pano de tabuleiro que, por coincidência, encontrei há poucos dias. É engraçado como tudo se une.

 

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Convite: Tertúlia no Palácio de Queluz

Sala da Merendas. Fotografia do site do Palácio de Queluz

TERTÚLIA: A MESA REAL E OS PALÁCIOS

Data: 9 setembro de 2018
Local: Palácio Nacional de Queluz

Ana Isabel Buescu e Ana Marques Pereira
com moderação de Fortunato da Câmara

Os hábitos alimentares da corte, os banquetes reais e o esplendor de como se ‘vestiam’ de tecidos, loiças, e acessórios as mesas palacianas nacionais. No faustoso Palácio de Queluz, saboreie, durante a tertúlia, iguarias como o “Bacalhau Espiritual”, receita original do Palácio, servido pela cozinha que o criou.
Um dos painéis da Sala das Merendas. Fotografia do site do Palácio
 Parceiros na degustação: Restaurante Cozinha Velha – Pousada de Queluz D. Maria I

Horário e ponto de encontro: 14h45, átrio de entrada do Palácio

Público: público em geral

Lotação: 30 pessoas

Duração: visita guiada 45 minutos; tertúlia e degustação aprox. 90 minutos

Custo de participação: €1,00 (este valor acresce ao custo do bilhete de entrada no monumento)

A tertúlia tem início às 16h00, após visita guiada ao pomar, estufas e jardim de aromáticas.


sábado, 14 de abril de 2018

Colóquio: Ritmos, vivências e percepções da noite

Nos dias 17 e 18 de Abril vai ter lugar na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (Nova), na Avenida de Berna, em Lisboa, o Colóquio «Lembrar-me-ei desta noite nem que viva mil anos». Ritmos, Vivências e percepções da noite na Idade Moderna.
Eu irei falar no dia 18 sobre «Medianoche e outras refeições nocturnas».
A entrada é livre e o evento, com um programa muito interessante, terá lugar no Auditório 1, Torre B.

Programa 
17 ABRIL
9h30 – Francisco Caramelo (Director da NOVA FCSH), Pedro Almeida Cardim (Subdirector do
CHAM), Edite Alberto (Coordenadora do Grupo de Investigação Sociedade, Política e Instituições do
CHAM), Ana Isabel Buescu (Membro da Comissão Científica do colóquio), Andreia Fontenete Louro (Membro da Comissão Organizadora do colóquio)
OS PODERES E A NOITE
Moderação: Pedro Almeida Cardim (CHAM-FCSH/NOVA)
9h50 – Catarina dos Santos Viegas (NOVA FCSH) e Raquel Gomes Justo (NOVA FCSH) – Noites
cristianíssimas e fidelíssimas: os hábitos nocturnos do Rei Sol e do Rei Magnânimo
10h10 – Ana Isabel Buescu (CHAM/NOVA FCSH) noite e noites de um diplomata em Paris: Duarte
Ribeiro de Macedo, 1668-1676
11h30 – Nuno Gonçalo Monteiro (ICS-FLUL) – A noite dos «duelistas»: padrões de violência urbana
em Lisboa. Breves notas
11h50 – Paulo Dias (CHAM/NOVA FCSH) – “Ó noite má pera quem t’aparelhas”: A noite em contexto militar (séculos XV e XVI)
12h10 – Debate
12h30-13h50 – Almoço livre

À NOITE, NAS RUAS
Moderação: Ana Paula Avelar (CHAM-FCSH/NOVA)
13h50 – César Pedro Rodrigues (NOVA FCSH) e Miguel Saraiva (NOVA FCSH) – A noite flutuante:
introdução aos quartéis de prazer no Japão Moderno
14h10 – José Pedro Paiva (CHSC-FLUC) – À noite há bruxas? O simbolismo nocturno no mito da
bruxa europeia na Época Moderna
14h30 – Isabel dos Guimarães Sá (ICS-UM) – A noite e os seus interditos (séculos XVI-XVIII)
14h50 – Debate
15h10 – Amândio Barros (CITCEM-FLUP) – “Com uma candeia que lhe ilumine o rosto”. Notas sobre a noite numa cidade portuária dos séculos XV e XVI
15h30 – Rosa Fina (CLEPUL/FLUL) – À procura das personagens da noite lisboeta, entretecendo
mito, literatura e história (séculos XVIII e XIX)
15h50 – Debate. 16h10 – Fim dos trabalhos

18 ABRIL
A NOITE NO ESPAÇO PRIVADO
Moderação: Isabel dos Guimarães Sá (ICS-UM)
10h00 – Maria Paula Marçal Lourenço (CH-FLUL) – Entre as sociabilidades “lícitas” e “ilícitas” dos
Reis de Portugal (segunda metade do século XVII-século XVIII): espaços, vivências e intimidades
nocturnas.
10h20 – António Camões Gouveia (CHAM/NOVA FCSH) – Da noite das Regras à noite dos sentidos
10h40 – Debate
11h00 – Pausa
11h20 – Carlos de Almeida Franco (CITAR-UCP) – Penumbra e silêncio, luz e festa: as longas noites nas casas nobres no final do Antigo Regime
11h40 – Ana Marques Pereira (Garfadas Online) – Medianoche e outras refeições nocturnas
12h00 – Debate
12h20-13h30 – Almoço livre

ENCENAÇÕES E REPRESENTAÇÕES
Moderação: Ana Leal de Faria (CH-FLUL)
13h30 – André Filipe Neto (CHAM/NOVA FCSH) e Sara Bravo Ceia (CHAM/NOVA FCSH) – Preencher a noite: aproximações ao barroco quotidiano
14h10 – André Filipe Godinho (NOVA FCSH) e Andreia Fontenete Louro (NOVA FCSH) – “Os
lumes das noites emulavam o céo nas estrelas”: a iluminação festiva nos séculos XVI e XVII
14h30 – Debate
14h50 – Isabel Monteiro (Dolcimelo) – Músicos na noite (séc. XVI): indesejáveis ou indispensáveis?
15h10 – Ana Paula Avelar (CHAM/NOVA FCSH) – Do cronotopo da noite na cronística portuguesa de Quinhentos
15h30 – Carla Alferes Pinto (CHAM/NOVA FCSH) – A noite que se instala: A lírica de Camões e os
relatos da morte da Infanta D. Maria (Outubro de 1577)
15h50 – Debate
16h10 – Pausa
16h30 – Mesa Redonda moderada por Ana Isabel Buescu (CHAM/NOVA FCSH), com Ana Paula
Avelar (CHAM/NOVA FCSH), António Camões Gouveia (CHAM/NOVA FCSH), Maria Paula Marçal Lourenço (CH-FLUL) e Pedro Almeida Cardim (CHAM/NOVA FCSH)
17h30 – Debate
18h00 – Encerramento dos trabalhos

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Convite «Artes do Vidro no Consumo dos Licores»


No próximo dia 7 de Abril às 15,30 vou fazer uma conferência no museu do Vidro da Marinha Grande.
Com o título «Artes do Vidro no consumo dos Licores» será uma revisão pelos objectos que ao longo dos últimos séculos serviram para apresentar ou consumir os licores.
No século XIX, período áureo desta moda, os objectos tomaram formas exuberantes que serviam para orgulhar os anfitriões durante o serviço de licores que tinha lugar após o jantar, juntamente com o café.
 A partir de meados do século XX os licores ficaram cada vez menos na moda e o vidro fazia as suas últimas aparições nos conjuntos de cálices de múltiplas cores, para logo ser suplantado por novos materiais, como por exemplo o alumínio anodizado.
A conferência encerra a exposição que termina no dia 8 de Abril onde se encontram patentes algumas das garrafas da minha colecção.
Última oportunidade portanto para visitar a exposição. Terei muito prazer na vossa presença.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Licores na Fundação Marquês de Pombal

No próximo sábado às 16 horas vou falar sobre a história dos Licores na Fundação Marquês de Pombal, que fica no Palácio dos Aciprestes em Linda-a-Velha e que provavelmente muitos ainda não conhecem.
Para quem gostar deste tema,  que é mais vasto e interessante do que podem imaginar, fica o convite.
Vão poder experimentar o «Licor Eduardino» da Casa Ginjinha sem Rival ou Ginjinha das Portas de Santo Antão.
Confirmação das incrições para o mail:
palestrasetal@gmail.com

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Mesa Real na Mercearia Santana


Sábado, dia 13 de Janeiro, às 15 horas, vai ter lugar na Mercearia Santana, situada em Sacavém, na Rua Almirante Reis N.º 41-43, uma palestra feito por mim sobre «Mesa Real».
A Mercearia, tal como a casa de habitação,  está musealizada e apresenta periodicamente acções de dinamização a cargo do Museu de Sacavém.
 Estão convocados para conhecer o espaço e ouvir a conferência neste local improvável para manducagens reais (espero que a palavra esteja bem escrita).


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

sábado, 21 de outubro de 2017

A Ginjinha de Lisboa

A ginjinha de Lisboa é um produto distinto do licor de ginjas. Esta “ratafia”, no sentido antigo da palavra, tem características próprias na sua forma de produção e no seu consumo. Conhecer a sua origem e descobrir os percursos tradicionais lisboetas onde ainda hoje se pode consumir é uma proposta que se sugere como uma descoberta doce.


CONFERÊNCIA

Ana Marques Pereira


28 de Outubro 2017 (sábado) às 16 horas

Com prova da Ginjinha Sem Rival

Inscrições: 5,00 € . Inscrições através do mail : palestrasetal@gmail.com 


Fundação Marquês de Pombal, Palácio dos Aciprestes, Av. Tomás Ribeiro, 18, 2795-183 Linda a Velha

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Conferência: «Saleiros: funcionalidade e simbologia»

 A propósito dos saleiros da Casa Museu Anastácio Gonçalves (CMAG) vou falar na 5ª feira, dia 12 de Outubro, às 18,20 horas, sobre este objecto de mesa, presentemente ostracizado.
Saleiros Kangxi. Família verde. CMAG.
Numa época em que se diaboliza o sal é importante compreender como a sua presença na alimentação foi e continua a ser importante.
Saleiros Qianlong. Família rosa. CMAG
Este mineral único foi desde muito cedo considerado sagrado na história do Homem. Os povos estabeleceram uma ligação entre o sal e o divino, mas nenhuma religião sacralizou mais o sal do que a tradição judaico-cristã.
Saleiro duplo. Porcelana. Colecção AMP.
Foi assim que o saleiro se torna no objecto mais importante sobre a mesa, o primeiro a nela ser colocado, situando-se durante séculos junto ao lugar do anfitrião. Era o saleiro fixo, imponente, de grande valor simbólico.
Nos séculos que se seguiram foi-se democratizando e no século XIX foi de bom-tom o saleiro individual. Presença constante sobre a mesa no século XX, foi progressivamente sendo ignorado.
Saleiro de Francisco I. Benvenuto Cellini. Kunsthistorisches Museum. Viena de Austria
É esta evolução do saleiro que iremos apresentar, analisando os saleiros adquiridos por Anastácio Gonçalves, os principais saleiros mundiais (onde não podia faltar o mais belo: a saliera de Benvenuto Cellini, de 1543) e já agora alguns exemplares da minha pequena colecção.

Aos interessados no assunto lá os espero.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

A industria têxtil no XXI Encontro de História Local

Convite para assistirem ao interessante «XXI Encontro de História Local, onde o olhar vai recair sobre uma das indústrias com mais longa tradição em Guimarães – a indústria têxtil.
Fácil é perceber o porquê desta longa tradição do têxtil em Guimarães quando pensamos que esta é terra de pergaminhos, protegida por reis, fértil em águas, de clima ameno e propício ao cultivo do linho e à produção da lã,
espaço de peregrinação desde a Idade Média, localizada numa encruzilhada de caminhos que facilitava o acesso ao
mar, não longe do Porto, e sendo uma via de ligação privilegiada com Trás-os-Montes.
Os linhos de Guimarães, e mais tarde o seu bordado, ganharam nome e estatuto entre as produções nacionais e, ainda hoje, a indústria têxtil no concelho está pujante.
Neste XXI Encontro de História Local, iremos a tempos longínquos em busca do têxtil de Guimarães, debruçar-nos-emos sobre a introdução da tecnologia na indústria têxtil vimaranense entre os séculos XIX e XX e partiremos, de seguida,  em busca do uso dos têxteis na vida religiosa e profana. Um programa a não perder!»
(Texto de apresentação do colóquio)
Bordado de Guimarães. Pormenor de uma toalha de mesa. Imagem do livro «Bordado de Guimarães»
PROGRAMA
9h30 - Entrega de documentação
10h00 - Guimarães: o tecer histórico de um concelho. Isabel Maria Fernandes
10h45 -  Pausa para café
11h15-  A introdução da tecnologia na indústria têxtil de Guimarães entre os séculos XIX e XXI. Paula Ramos Nogueira
12h00 - Em busca dos têxteis: visita guiada ao Museu de Alberto Sampaio
12h30 - Almoço
14h30 - Os ornamentos pombalinos da Colegiada de Guimarães: uma coleção dividida. Maria José Meireles
15h15 - Vestir a mesa. Séculos XV a XX. Ana Marques Pereira
16h00 - Pausa para café
16h30 - Considerações sobre as Telas da Casa do Largo Dr. João Mota Prego. Rosa Maria Saavedra
17h00 -  Errologia - O erro como metodologia de Design. Filipe Miguel de Melo Falcão
17h30: Debate. Encerramento.

Eu vou estar lá a falar sobre o que eu gosto (A mesa) e que será o tema do meu próximo livro.
Para os interessados a inscrição é feita preenchendo o formulário com acesso  em: 
 https://docs.google.com/forms/d/1tCplVLnJaAMJdao87hG4tkPkMbPHAhf3Ol9SYyN0wWo/edit?usp=sharing


terça-feira, 18 de abril de 2017

Colóquio: «A Mesa e o Poder»



É este o tema aliciante do II Colóquio da Primavera, organizado pela DIATA e que vai ter lugar nos dias 3 e 4 de Maio no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa.
 Como podem ver o programa é extenso e variado, seguramente a não perder.

Eu irei falar sobre «Símbolos de poder à mesa (séc. XVI - XIX)». Para abrir o leque aqui lhes deixo o resumo da apresentação:
«Não é possível determinar em que época o Homem se apercebeu da importância da mesa, tomada em sentido lato, como manifestação de magnificência e poder. Descrições e representações de banquetes medievais evidenciam já essa noção. Mas foi sobretudo na Renascença italiana que os banquetes atingiram um requinte e esplendor que ainda hoje nos impressionam.
Pode considerar-se o banquete de casamento do Grão Duque Fernando I da Toscania (da famosa família dos Medici) com Cristina de Lorena, em 1589, pintado por Domenico Cresti Passignano, que teve lugar no palácio Pitti em Florença, como um modelo de tal modo grandioso que viria influenciar as práticas teatrais das cortes europeias no século XVII.
Mas antes de falar em poder há que caracterizar de que tipo de poder se trata. Das várias classificações existentes optámos pela de Norberto Nobbio que distingue as três formas de poder: político, económico e ideológico. Dentre estes conceitos restringimos-nos ao poder político, isto é, ao poder legitimado, também chamado “posicional”. A natureza deste poder surge como uma forma de estrutura social que apresenta igualmente a possibilidade de vir a influenciar os outros. No que respeita à monarquia, o poder absoluto em que os direitos reais são considerados divinos, isto é, em que o rei é o representante de Deus, foi legitimado por teorias como a do filósofo Jacques-Bénigne Bossuet. Nestes conceitos estavam incluídas as manifestações de pompa que envolviam os diferentes momentos ritualizados das refeições reais, destinadas a evidenciar a majestosidade e grandeza do rei ou príncipe. 
A refeição pública áulica torna-se, assim, numa encenação ostensiva que representa o teatro do poder. Nela estão envolvidos, para além do rei ou príncipe, os oficiais da Casa Real cuja função se encontra ritualizada, obedecendo a normas pré-estabelecidas que visam aumentar a grandiosidade do acto. Como em qualquer representação, o público está forçosamente presente, neste caso a corte ou os convidados privilegiados que se pretende impressionar. Para a representação são seleccionados os cenários de que fazem parte o uso do dossel, da mesa elevada, das copeiras com baixela de aparato, para apenas mencionarmos alguns aspectos.   
Finalmente será referida a colocação da mesa coberta com ricos têxteis sobre os quais era disposta a baixela preciosa e variada. Existem, contudo, objectos que, de forma especial, representam o poder à mesa. Nesta comunicação serão indicados apenas os dois mais importantes: o saleiro, o primeiro a ser colocado sobre a toalha e o “talher”, melhor identificado pela palavra francesa cadinet ou cadenas, termo que implica a possibilidade de ser fechado com um cadeado, protegendo o seu interior de eventuais tentativas de envenenamento. Este pode apresentar-se numa das suas formas mais simbólicas como uma naveta, elemento trazido directamente do ritual litúrgico e que representa como nenhum outro as manifestações do poder real à mesa».

Inscrições através do email:

sexta-feira, 17 de março de 2017

A Alquimia da Cor na Alimentação

Tertúlia gastronómica por Sasha Assis Lima e Cristina Rodrigues Pereira 
que terá lugar no Palácio do Sobralinho, Sábado 25 Março ás 16:00 horas
 Inscrições online até 23 de Março (https://artesnopalacio.com/agenda/workshops/)

domingo, 30 de outubro de 2016

Taste… Uma conferência por Massimo Montanari em Coimbra

Uma palestra exceptional enquadrada no projeto DIAITA irá ter lugar no próximo dia 22 de novembro, às 17h30, na Sala de São Pedro da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, ministrada por Massimo Montanari.
A palestra intitula-se: Taste. Historical considerations about an ambiguous concept.
Um tema que promete ser extremamente interessante sobretudo vindo deste conhecido Professor de História Medieval da Universidade de Bolonha e conhecido sobretudo como sendo um reputado estudioso da História da Alimentação, com vasta obra publicada.

Trata-se de uma Aula Aberta e portanto quem estiver por perto não deve perder esta oportunidade.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Medicina Popular em Portugal

Convite:
Mesa Redonda “Medicina Popular em Portugal - Um Património Imaterial em vias de Extinção?” que terá lugar no dia 7 de Outubro de 2016 pelas 17h00, no Auditório Adriano Moreira.

 Programa:
 17h00 – Sessão de abertura:
              Professor Doutor Luís Aires-Barros, Presidente da SGL
              Professor Doutor Luís Marques, Presidente da APSPCI
 Oradores
             - Padre António Lourenço Fontes, Etnógrafo
             (criador do Congresso de Medicina Popular de Vilar de Perdizes)                   
            - Moisés Espírito Santo, Etno-sociólogo, Prof. Catedrático Jubilado da UNL).
            - António Vermelho do Corral, Investigador em Medicina Popular e Presidente da Secção de Antropologia da SGL
           - Debate.
 19h00 – Encerramento

Sociedade de Geografia de Lisboa
Rua das Portas de Santo Antão, 100
1150-269 Lisboa - Portugal
213425401 - 213464552


sábado, 25 de junho de 2016

Doce e boa: a ginjinha lisboeta

Na próxima 4ª feira dia 29 de junho, às 18,30 vou falar sobre ginjinha no Gabinete de Estudos Olisiponenses (GEO), no Palácio Beau Séjour, em Benfica.
Aqui fica o convite para quem lhe interessar o tema.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Colóquio: A Mesa e as Artes


Não percam este programa aliciante e diversificado.
Eu vou «Vestir a Mesa dos séculos XV ao XX».
NOTA: 
Mais informações em gestao.ielt@gmail.com ou Tel: 217908300 ext 1241.

domingo, 6 de março de 2016

Depois de beber cada um dá o seu parecer

Tendo como título um provérbio popular e como subtítulo «Servir bebidas» vai realizar-se no Porto, na Casa Museu Guerra Junqueiro, um ciclo de conferências, que acompanha uma exposição e que teve já início no dia 3 de março. 
O bebedor de vinho. Segunda metade do séc. XVIII. Crédito Franz Laktan
Esta iniciativa, e as que se adivinham nesta área, faz-me crer que, finalmente em Portugal,as pessoas começam a perceber que à volta da alimentação há mais vida do que as meras receitas. Num país em que ainda ontem foi anunciado que estamos colocados à cabeça no que respeita à iliteracia europeia, muita coisa fica explicada.

O programa aliciante aqui fica, em especial para as pessoas do Norte, mas também serve de pretexto para quem se puder deslocar à bela cidade do Porto. 

quinta-feira, 3 de março de 2016

BiblioAlimentaria em Coimbra

Inaugurou-se no dia 4 de março na Universidade de Coimbra, a Exposição BiblioAlimentaria, de livros de culinária, integrada no programa da Semana Cultural desta Universidade.
 
Esta iniciativa é acompanhada por várias palestras sobre esta temática, como se pode ver no programa apresentado.
Nota: A comunicação “Neveiros, gelo e frigoríficos” terá lugar no dia 18 e não no dia 15 de Março.