Agora que o plástico está ameaçado preservemos estes belos exemplares. Não vai haver outros!.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
O Pote de Ouro
Agora que o plástico está ameaçado preservemos estes belos exemplares. Não vai haver outros!.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Os tabuleiros TV
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| Fotografia tirada da internet |
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| Fotografia tirada da internet |
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Um serviço infantil em forma de palhaço
Era na altura produzido pela forma Crown Craft Produts, situada em Nova Iorque que usou a expressão «tak-a-part», que não existe, em vez de «take apart», para explicar que é uma peça desmontável.
Na embalagem o fabricante dizia que o número da patente estava pendente mas na realidade nunca chegou a ser pedido. Talvez isso explique a produção do mesmo objecto na década de 1960 pela firma Monarch Plastics Corp. de St. Albans, NY., idêntico na forma e na embalagem, embora nessa altura o boneco já não apresentasse pinturas.
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| Palhaço feita pela Monarch Plastics |
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Objecto Mistério Nº 41. Resposta: Galheteiro

terça-feira, 6 de setembro de 2011
A Dona de Casa em música
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| Dona de Casa - Roy Lichenstein |
Em Portugal o concurso «Mulher Ideal Portuguesa», iniciado em 1966 e que se manteve até 1973, pretendia escolher uma dona de casa que soubesse cozinhar, mas que fosse também elegante e culta. Nos seus conhecimentos exigia-se mesmo que soubesse fazer cocktails e tivesse noções de decoração doméstica. Da iniciativa do Clube da Donas de Casa, de que fazia parte a directora da revista com a mesma designação, incluía no júri outros nomes como o de Maria Emília Cancela de Abreu, então directora da revista Banquete.
Na foto seleccionada para a capa do disco, Lina Maria surge sóbria mas elegantemente vestida, com uma saia preta e blusa branca e com sapatos de salto alto. A mão anelada segura num bloco de apontamentos onde regista os seus próximos passos, mostrando ser uma dona de casa organizada.
terça-feira, 30 de março de 2010
O menino da TODDY
Hoje em dia as empresas recorrem às chamadas figuras públicas ou até a artistas famosos para a promoção de produtos. Exemplo disso é o caso de sucesso obtido pela Nexpresso em que participou na publicidade George Clooney. O êxito de vendas levou á criação de novos spots publicitários, com histórias diferentes, mas em que se mantinha a imagem de marca, transmitida pelo famoso actor. Já anteriormente a Lux tinha obtido um grande sucesso ao utilizar, na sua divulgação, várias estrelas de cinema e frase comum: «Nove em cada dez estrelas de cinema usam LUX». Havia aqui uma mensagem subliminar de que, se as mulheres mais bonitas o usavam, a mulher comum ao usá-lo se podia tornar mais bela.
A sua representação em boneco de plástico é extremamente rara. Penso tratar-se de um boneco em celulóide, um termoplástico que foi muito usado em brinquedos, até aos anos 50. A sua fragilidade fez com que muitos desses objectos não chegassem aos nossos dias em boas condições. Este que consegui tem, como podem ver, fracturas na cabeça e faltam-lhe as extremidades dos pés. Mas provavelmente não vou encontrar outro, pelo que não hesitei em adquiri-lo.
A imagem do menino Toddy, de autoria desconhecida, não resistiu ao tempo. Após a aquisição pela Pepsico, em 2003, a marca decidiu apostar numa nova imagem publicitária e passou a usar uma vaca estilizada como mascote.
Nos anos 80, o produto apresentado em bebida líquida levou à criação de um novo ícone publicitário: o Toddynho, criado pela empresa Mc-Cann-Erickson, para o mercado brasileiro.
Hoje o menino da Toddy só se cruza connosco em momentos raros, como este.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Plásticos Pretensiosos
A indústria de plásticos tem já mais de um século de história. O grande desenvolvimento deu-se contudo nas décadas 30-40 do século XX.Em Portugal a primeira fábrica surgiu em 1935. Era a Nobre & Silva e situava-se na região de Leiria. Outras se lhe seguiriam em 1945. E para quem quiser acompanhar a história dos plásticos em Portugal aconselho o livro de Maria Elvira Callapez «Os Plásticos em Portugal. A origem da indústria transformadora».
A grande vantagem do plástico foi sempre a sua versatibilidade e a capacidade de resistência, quando comparada com outros materiais como o vidro e a cerâmica.Quando nos anos 50-60 se deu a grande divulgação do plástico para uso doméstico, não era ainda claro o seu posicionamento. De repente todos os objectos domésticos eram produzidos em plásticos.
Ao olhar para alguns desses objectos ocorreu-me a expressão que usei no título: «plásticos pretensiosos». Chamei-lhes assim porque pretendiam imitar o vidro ou a cerâmica.Hoje estão na moda copos de plástico, com vantagens em diversas situações, como por exemplo para uso nas piscinas. Ao caírem não há o problema de ficarem fragmentos de vidro dispersos. Mas são evidentemente de plástico. Não pretendem parecer que são de vidro.
Estes objectos a que chamei plásticos pretensiosos são cópias de vidros lapidados e existe uma extensa gama que inclui copos, pratos, compoteiras, caixas, etc. Há ainda outros que semelham a cerâmica.Fizeram-me lembrar algumas peças em faiança do século XVIII, como as terrinas, moldadas ou copiadas de peças em prata. Também estas, na altura, não tinham ainda descoberto o seu caminho.
Apesar do nome que lhes chamei acho-as agora objectos encantadores na sua ingenuidade. Aqui ficam alguns exemplos que fui guardando. Espero que gostem.























