Este objecto em metal tem cerca de 45 cm de comprimento por 6 cm de largura.
Para que servia e como se designava?
Este objecto em metal tem cerca de 45 cm de comprimento por 6 cm de largura.
Para que servia e como se designava?
Para quem vive na zona e se interesse por este tema, fica um aviso prévio da apresentação do livro "Receitas particulares e Curiosas".
Cruzou-se com o
tenente Brandão, na casa de quem havia trabalhado, que ao vê-la disse para Machado
Santos: “Já temos cozinheira”. António Machado Santos foi considerado um herói da
Rotunda e um pai da República., tendo tido uma vida atribulada, com altos e
baixos até ao seu assassinato na Noite sangrenta de 19 de Outubro de
1921.
Aos olhos de Júlia
Santos ele era já um herói. Descrevia-o como estando sempre em movimento, a dar
ordens aos homens que dirigia. Quando chegou ao local dirigiu-se a todas as
barracas de “comes e bebes” e mandou despejar os barris de vinho no chão e
partir as garrafas de bebidas. Explicou que não queria que o pessoal se embebedasse.
O jornalista comentou então que teria tido grande prejuízo. A resposta foi: “Não,
pagaram tudo”.
Acrescentou
ainda que, depois que acabou a revolução, Machado Santos disse-lhe: “Fica encarregada
de distribuir pelos pobres todos os géneros que ali estão”. Assim fez e, esse
bodo aos pobres, passados todos aqueles anos, ainda lhe trazia recordações felizes.
Na altura da
entrevista vivia na “Villa Fernando”, na Rua Possidónio da Silva, rodeada pelos
netos e com o marido paralítico, agradecia agora que se lembrassem dela.
As fotos, da
autoria de Ferreira da Cunha, ilustravam o artigo.
Nome do Objecto:
Serviço para refresco em vidro.
Descrição: Conjunto de 6 copos de vidro altos, para refresco e de 6 copos pequenos (Shot), com balde de gelo central. Assentam numa estrutura metálica e tem uma pequena pega para transporte.
Época: Década de
1960.
Notas:
Conjunto
produzido pela Jeannette Glass Company, fábrica com início em 1898 e que anteriormente
era a Jeannette Bottle Works que começou a produção no final da década de 1880,
em Jeannette, Pensilvânia, USA. Ficou conhecida pela produção de vidros
conhecidos por “Depression” (fabricados no período da Depressão) em cores que variavam
do tradicional rosa, verde e transparente a uma cor azul-esverdeada mais
incomum, chamada ultramarino.
Na década de 1960 produziram peças de vidro semelhantes ao estilo inglês Wedgwood Jasperware. Os mais divulgados foram os decorados com cenas de indivíduos vestindo toga e um cavalo e uma carruagem em cor branca sobre painéis verdes, ou azuis, com um a banda grega e desenhos de folhas de palmeira. Terminam muitas vezes com um filete dourado. Em 1970, o nome da empresa mudou para Jeannette Corporation, tendo a fábrica encerrado em 1983.
Para quem tiver disponibilidade e esteja por perto aqui fica o convite para passar um agradável dia em Guimarães, a ver e a falar de flores e frutos outrora exóticos, e hoje tão abundantes na região. Pelo meio, vou apresentar o meu último livro incidindo na análise dos citrinos aí referidos. Apareçam!
CONVITE
Por vezes, os
Deuses ajudam e tornam possível congregar, num único sábado, dia 24 de Fevereiro,
actividades relacionadas com flores e frutos, num Paço dos Duques rodeado
de 39 hectares de zona verde!
SÁBADO, DIA 24 DE
FEVEREIRO, PAÇO DOS DUQUES
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Horário |
Evento |
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10h00-18h00 |
Exposição
de camélias de Guimarães, no pátio do Paço dos Duque. Organizado
pela Câmara Municipal de Guimarães. |
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11h00 |
Apresentação
do livro «Receitas particulares e curiosas: Manuscritos do século XIX da
família Coelho Villasboas», de Ana Marques Pereira e Álvaro Teixeira de
Queiroz |
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15h00 |
Assinatura
de protocolo de depósito da palmilha do sapato de D. Constança de Noronha
(séc. XV) entre
a Venerável Ordem Terceira de S. Francisco de Guimarães e a Museus e Monumentos de Portugal E.P.E. |
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16h00 |
Lançamento
do livro «A flora nas coleções do Paço dos Duques de Bragança», de Sasha
Lima, editado pela Associação de Amigos do Paço dos Duques de Bragança e Castelo de Guimarães. |
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17h30 |
Inauguração
da exposição de arte contemporânea «Impressions of camellia and lemon /
Impressões de camélia e limão», de Isabel Pavão |
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18h30 |
Lançamento
do catálogo da exposição «Impressions of camellia and lemon / Impressões
de camélia e limão»,
de Isabel Pavão |
Tive o prazer
de participar e mostro aqui um bocado do texto sobre “A encenação da Mesa”.