Já apresentei em 2016 o Bolo de Natal cá de casa. Mostro-o agora com o visual deste ano, porque varia sempre
um pouco.
É um Chiffon de chocolate cruzado com Sacher Torte, que decoro depois com frutas cristalizadas coloridas.
Já sei que é piroso, mas eu gosto e acho muito apropriado.
Agora que tenho trabalhado manuscritos
antigos de culinária passei a ter mais cuidado com os meus e com os cadernos da
minha mãe.
Trato principescamente os
manuscritos de outras proveniências que me chegam à mão, encadernando-os quando
necessário, organizando-os, identificando-os e datando-os sempre que possível. Nalguns
incluo mesmo uma árvore genealógica para se perceber quem era a família e onde
vivia.
Nunca tive esse cuidado com os
meus registos, mas agora deixo no final um espaço para notas, porque frequentemente
altero as receitas e, se resulta, é bom que fique registado.
No caso desta receita, o ano
passado fotografei o bolo, de que colei a imagem e inclui a origem e as
alterações. Já devia ter feito isto há mais tempo, mas com o em tudo na vida, vai-se
aprendendo.
Um Bom Natal com os vossos
doces preferidos!










Para realçar a importância desta refeição a mesa deve ser posta com as melhores louças e adereços e durante ela deve ser lida a história do Êxodo, para que não possa ser esquecida.
Do ponto de vista prático, na tradição católica, manteve-se o costume de comer cordeiro, na maior parte das vezes substituído por cabrito, no Domingo de Páscoa.
Se o cabrito ou cordeiro é o alimento mais simbólico da Páscoa, representando o Messias inocente que viria a ser imolado, outros lhe estão associados como os ovos e os folares. As amêndoas, com história mais recente, pela sua semelhança com os ovos seguiram-lhe o caminho. 
