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domingo, 30 de dezembro de 2018

Feliz Ano Novo de 2019


 No final do século XIX e início do século XX era frequente os postais apresentarem-se em colecções. Por vezes vinham numerados para mais fácil seguimento e contavam histórias, com um fim moral ou não. Alguns eram simplesmente uma sequência humorística; outros correspondiam a fantasias românticas. Esta sequência de postais apelava ao coleccionismo e eram sobretudo as jovens que adquiriam belos álbuns para os manter conservados e facilmente consultados.
Até à primeira Guerra Mundial houve uma verdadeira loucura no envio destas missivas, que incluíam mensagens de amor, enviavam felicitações pelo aniversário ou pelas principais festas, ou simplesmente davam notícias das viagens efectuadas.
Foi sobretudo em França que entre a década de 1920 e 1930 surgiram os chamados postais românticos ou Mille Baisers, designação tirada da expressão de despedida final amorosa «Mil beijos». Muitos deles são fotografias reais, feitas numa época de desenvolvimento dessa técnica e eram depois complementados com cor, desenhos, flores e frases adaptadas à situação.
De qualquer modo a escolha de um postal ilustrado para envio postal foi sempre importante e relacionada com a pessoa que o recebia. A sua imagem era já, independentemente do texto, uma mensagem enviada a quem a recebia.
Na série que aqui apresento e que se destina a desejar um Feliz Ano Novo há uma história que passa pelos festejos de passagem de ano com champanhe e ostras. A série, não numerada deve estar incompleta porque, para além da alegria do casal amoroso neste «Joyeux Reveillon», nada acontece.
Fiquemos então com a ceia leve e a atitude positiva de que o novo ano seja melhor do que o que finda.
Felicidades para 2019!


sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz Ano de 2017

O fim do ano é altura de fazer um balanço. Refiro-me em especial ao blogue, este tamagochi com necessidades constantes de alimentação. Desde que o iniciei em 2008 foi este o ano em que publiquei menos. O novo livro que estou a escrever tira-me muito tempo e como me remete para um campo diferente fico menos disponível para temas gastronómicos.
Os incentivos também são poucos. Tendo acabado o sitemeter nunca se sabe exactamente o número de visitas e os comentários são sempre escassos. Quando liguei o blogue ao facebook pensei que o número de leitores ia aumentar, mas agora tenho a sensação de que um grande número de pessoas se fica pelas imagens. Somos bombardeados por um excesso de informação e a nossa capacidade de concentração vai diminuindo. Os livros publicados são cada vez mais superficiais mas são esses livros de leitura rápida que as pessoas compram e leem.
Para o Novo Ano desejo a todos felicidades. Há quem faça planos rigorosos, numa espécie de check list, para irem cumprir. Para esses e para os outros, que como eu que têm uns vagos planos que talvez se venham a cumprir, desejo sucesso.
Acarinhem as pessoas de quem gostam e alimentem as amizades. À medida que vamos envelhecendo as amizades diminuem. Uns partem outros adoecem. Uma das minhas melhores amigas foi institucionalizada com Alzheimer precoce. Há dois dias um amigo meu, o Jorge Tavares da Silva, ligado a estas actividades gastronómicas e com vários livros publicados, a quem devo o desafio de me ter metido nas escritas da história da alimentação, ao propor-me escrever a «Mesa Real», também nos deixou subitamente.

É cada vez mais difícil fazer amigos. E as amizades não se fazem rapidamente como pudins instantâneos. Por isso comecem já hoje. Não esperem pelo dia 1 do Novo Ano. 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Votos de Feliz Ano de 2016

 
Usando uns raros cartões com 110 anos envio a todos os votos de um Feliz Ano Novo.
 Dentro de um pequeno envelope forrado de um ardente papel encarnado encontram-se dois cartões feitos de um material plástico relevado, com aplicações de seda pintadas à mão. 
Os cartões têm a data de 25-12-1905 e 1-1-1906 e no exterior do envelope pode ler-se: «Souvenir de le premier jour de nouveau année de 1906». As mensagens de felicitações são amorosas e dedicadas à pessoa amada pelo Natal de 1905 e pelo novo ano de 1906. 
A sua raridade não se deve apenas à data mas sobretudo ao material com que são feitos, um tipo de plástico semelhante a marfim que, de acordo com a época, devia ser celulóide embora não o aparente. O uso deste tipo de material em cartão para felicitações foi mais tardio e encontrá-lo em Portugal em 1905 é seguramente uma surpresa.

Um Bom Ano para todos igualmente cheio de agradáveis surpresas.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Feliz Ano de 2015

A todos os leitores do blog os meus desejos de feliz Ano Novo com muitos sonhos concretizados, por mais fantasiosos que sejam, e
aventuras extraordinárias.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A ementa de passagem de ano

 
Neste dia de despedida de ano as mentes concentram-se na ementa do réveillon. São os cozinheiros que deixam sugestões nos jornais e revistas, são as reportagens nas televisões que nos mostram o que os portugueses vão comer. Nas suas casas as famílias discutem a ementa. Os tempos vão maus. Há que improvisar. Aqui fica a minha sugestão.
 
Comecar com um souflé de bivalves das Caldas da Rainha. 
 Seguir com um prato de crustáceos made in Germany para o mercado de Cuba, do tempo em que ainda mantinham relações comerciais.
 
Continuar com uma bela lagosta de Sacavém.
 
Apreciar um estaladiço leitão made in Japan.

E como o consumo de doces foi excessivo no período de Natal porque não acabar com um prato de frutas variadas feito nas Caldas da Rainha?. 

Uma ementa simples, de digestibilidade controversa, mas que penso vai agradar a todos.
Façam as despedidas a este ano fatídico de empobrecimento generalizado com uma ementa económica, mas imaginativa, e preparem-se para um novo ano com optimismo e algum sentido de humor. Feliz 2014.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Votos de Bom Ano Novo

Desejar um “Feliz Ano Novo”, quando se avizinha o que todos esperam ser um mau ano, tem um significado diferente para os portugueses.
 Manifestar  votos de «Bom Ano» deixou de ser uma expressão rotineira para ganhar verdadeiramente sentido.  
Num país que sempre foi pobre retomamos os valores não materiais que se foram perdendo numa ilusão de riqueza. Estamos agora mais unidos e solidários e descobrimos um orgulho no que é nacional que se havia perdido.
Concentremo-nos no lado positivo e esperemos dias melhores, que inevitavelmente hão-de vir.
Dito isto, já  posso desejar um Bom Ano?.

sábado, 31 de dezembro de 2011

FELIZ ANO 2012

Revista «La Familia», Dezembro de 1950

Desejos de
Um Novo Ano Muito Feliz


Muitos brindes a um ano de 2012 que, acreditamos, vai ser vivido em contra-corrente às previsões negativistas.


Mrs Beeton's Book of Household Management, 1906


Uma mesa farta hoje e ... sempre.

Muita Saúde.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Votos de Feliz Ano de 2010


VOTOS DE BOM ANO NOVO

MUITA SAÚDE

FELICIDADE


BOAS DEGUSTAÇÕES



BONS LIVROS

Nota: A primeira foto, embora pareça fogo de artifício, mostra a iluminação de um restaurante em Valencia.